Modulações de campo energético biológico

Posted by Unknown Marcadores:


Estados incomuns na saúde humana freqüentemente são diagnosticados como distúrbios genéticos ou bioquímicos, conduzindo o indivíduo a diversos tipos de patologia.

No entanto, tem-se descoberto fatores bioenergéticos que estão intimamente ligados à patogenia em si, e que antecedem as alterações genéticas e bioquímicas. Tais alterações bioenergéticas recebem a denominação de Bioenergopatia (disfunção da energia que promove a vida no ser humano).
O presente trabalho tem quatro objetivos principais:

1) Apresentar evidências importantes sobre a existência de uma forma de energia no complexo orgânico, atualmente denominada psicobioenergia, e que antecede as manifestações bioelétricas, biomagnéticas e bioquímicas.

2) Apresentar formas subjetivas e objetivas (instrumentalizadas) de mensuração da psicobioenergia – vetores de observação.

3) Evidenciar que a psicobioenergia antecede à energia bioelétrica.

4) Incluir evidências de que a psicobioenergia, quando potencializada, altera processos de reações bioquímicas.

A estabilização de tal energia, quando detectada, quantificada e interpretada adequadamente, pode prevenir não só a formação de células cancerosas, como também diversas outras patogenias.

Histórico

Ao longo da história da humanidade, várias culturas tentaram descobrir e conceituar a provável existência de uma forma de energia existente no organismo humano que o possibilitava de se expressar.

Tal qual o corpo humano permaneceu intocável por centenas de anos devido à interferência da crença religiosa e filosófica, impossibilitando assim a medicina de descobrir detalhes anatômicos e fisiológicos, o estudo sistematizado da energia que promove movimento ao corpo humano também sofreu deste eclipsamento intelectual, impossibilitando a metodização observacional específico sobre o complexo bioenergético humano.

Houve tentativas ao longo da história de possíveis explicações sobre a existência de uma forma de energia no corpo humano, diferente da energia bioelétrica. A primeira tentativa surgiu de um grande filósofo, pesquisador e conselheiro estadista russo na época do Império de Alexandro III, Dr. Alexander Aksakof (nascido em S. Petersburgo em 1838 e falecido em 1903) que pesquisou nacional e internacionalmente sobre o que denominou energia anímica. Porém, suas obras ficaram esquecidas e sem conclusões mais profundas a respeito de suas descobertas.

Atualmente a psicobioenergia já pode ser verificada através de vetores biológicos e bioelétricos para ser possível a observação. Trata-se de um estudo amplo e profundo cuja ciência responsável pela averiguação e metodização observacional é a recentemente fundada no Brasil, a Bioenergologia (do grego: bio = vida, en-ergo = energia, logos = estudo).

Sobre a Psicobioenergia

Trata-se de uma forma de energia, diferente da bioeletricidade e do biomagnetismo, que irradia do interior das células, porém com mais intensidade das células eucariotas, a partir da cromatina, gerando um campo denominado psicobiocampo.

A psicobioenergia normalmente irradia de todo o corpo de maneira isotrópica, gerando ao redor do mesmo o psicobiocampo, numa extensão que varia de pessoa para pessoa, chegando a atingir uma emanação de 5 a 40 centímetros a partir da superfície da pele.

Pode ser observada por aparelhos especialmente projetados e por aparelhos de medição elétrica cuja verificação é interpretada através de variações elétricas, na ordem de mili a microvoltagem.

Sobre a terminologia

Psicobioenergia (do grego psi = sopro de vida, bio = vida, en-ergo = energia, movimento). O termo é bastante apropriado visto ser possível verificar que o corpo humano passa a irradiar esta energia de maneira mais ou menos intensa dependendo das alterações emocionais do indivíduo. As variações do potencial psicobioenergético podem ser observadas através da mensuração do psicobiocampo.

Como a psicobioenergia é formada

A psicobioenergia é formada a partir da respiração descompassada. Pela compressão de membranas ricas em sais iônicos, como o potássio. O diafragma é uma destas membranas que, ao se contrair, gera uma reação semelhante a um cristal piezoelétrico produzindo ionização e deflagrando o surgimento, em segunda estância do campo neutrínico. A produção de campo neutrínico é proporcional à compressão diafragmática. Porém, a potencialização da atividade ionizante do diafragma promove um comportamento inesperado na expressão bioelétrica.

Conforme observado experimentalmente, a psicobioenergia intensificada, acarreta na expansão do psicobiocampo, causando uma depressão na carga bioelétrica, de maneira análoga a atuação dos raios ultravioletas incidentes sobre o campo eletromagnético (efeito fotoelétrico observado por Hallwachs – 1888). Isto ocorre devido ao deslocamento extremamente rápido dos elétrons em relação ao núcleo atômico, promovendo a formação de pulsos de raios x e o subtipo raios gamma.

Um indivíduo alterado emocionalmente, produz um comportamento respiratório que promove incursões respiratórias rápidas e superficiais. Isto aciona o mecanismo de potencialização psicobioenergética, expansão de psicobiocampo, diminuição do potencial bioeletromagnético e produção do campo neutrínico momento em que ocorre a ligação forte com os receptores nervosos.

Características do psicobiocampo

O psicobiocampo pode ser mapeado conforme diagrama abaixo:

Um psicobiocampo é crítico ou ao menos passível de cuidados quando apresenta expansões intensas e crônicas em determinadas áreas (momento angular positivo – MAP) ou retrações acentuadas (momento angular negativo – MAN). Todos nós estamos alterando nossas respirações e promovendo pulsos de psicobioenergia. A expansão é retornada aos níveis normais de irradiação num período que varia entre 1 a 5 minutos. Porém, quando a expansão se cronifica por muito tempo, isto pode ser considerado um risco para o parâmetro metabólico celular.

Momento Angular Positivo – MAP

A psicobioenergia promove alterações em seu fluxo a partir do momento em que é potencializada de maneira intensa. O campo normalmente possui uma isometria global. As expansões cronificadas (alta potência psicobioenergética por tempo prolongado) produzem distorções em partes do corpo com maior suscetibilidade de desintegração iônica, comprometendo a higidez do organismo. O primeiro alerta desta descompensação é caracterizado com uma expansão local ou isotópica, gerando o que é denominado bioenergologicamente de Momento Angular Positivo – MAP.

Estes setores geralmente apresentam baixo potencial elétrico. As células sofrem uma espécie de interferência eletrônica, causando anomalias metabólicas. Geralmente, nestes casos, o sistema genético celular aciona o gene FAS para que a apoptose ocorra. Porém, algumas vezes este mecanismo não é acionado devido a interferência causada. Surge a célula cancerosa. No entanto, na fase MAP, o organismo poderá ainda não ter repercutido com a disfunção psicobioenergética, o que poderá facilitar o processo de sublimação através do procedimento de equalização psicobioenergética. O processo de somatização a partir da detecção de um MAP pode levar vários dias. O tempo dependerá da angulação do MAP. Quanto mais agudo, mais propenso para a retração MAN, indicador do processo de somatização em progresso.

Sintomatologia primária decorrente de um MAP (potencialização da psicobioenergia com decorrente expansão de psicobiocampo):

1) Alteração térmica variando entre 37o C a 38,5o C;
2) Escotomias;
3) Náuseas;
4) Turvamente da visão;
5) Cefaléia;
6) Aceleração de batimento cardíaco
7) Sede compulsiva;
8) Baixa do tônus muscular;
9) Insônia ou sono excessivo;
10) Dificuldades de memorização e relação cognitiva com o ambiente;
11) Lapsos mnemônicos

Momento Angular Negativo – MAN

A retração do psicobiocampo é um indicador de interrupção do fluxo bioenergético (deserto energético). Isto promove interferência atípica, promovendo uma distribuição anisotrópica da psicobioenergia. A falta desta energia em determinados locais do corpo, geralmente caracterizado por um “deserto energético” e elevada carga bioelétrica local, promovendo a falta de identificação dos parâmetros energéticos com as células. Este sistema somático reage sem a orientação básica do modelo estrutural psicobioenergético. Isto produz células mutantes ou uma “entidade nosológica”.

Isto faz se sentir de maneira sintomatológica e crescente.
O processo de produção de células mutantes pode ser prevista através de uma sintomatologia secundária de ordem bioquímica importante.

Sintomatologia secundária de ordem bioquímica (baixa potência de psicobioenergia com decorrente retração do psicobiocampo – MAN)

1) Elevação de glicose no sangue;
2) Aumento de PH sanguíneo;
3) Aumento de Ferro sanguíneo;
4) Deficiência no transporte de oxigênio pelos eritrócitos.

Se por um lado a psicobioenergia, que naturalmente irradia do corpo, envolvendo-o e incorporando -o, possibilitando sua vivificação, ao se desregular poderá causar processos anômalos durante a leitura de replicação genética, anomalias proteômicas.

Água, metal e carbono

São substâncias que veiculam a psicobioenergia de maneira bastante peculiar. A água, bem como o carbono a atraem. Já o metal o acelera. A combinação destas substâncias compõe um sistema integrado. O corpo humano, com sua constituição metálica, como o cromo (Cr) , molibdênio (Mo), vanádio (Va) e principalmente o Cálcio (Ca), promove a formação de circuitos organometálicos que aceleram cationicamente os íons que veiculam a psicobioenergia, tanto dentro quanto fora do complexo orgânico.

Métodos de observação da psicobioenergia

Um dos métodos mais objetivos e diretos para a observação da psicobioenergia é a recentemente criada Bioenergografia, ou assim conhecido Exame BEG. Este exame permite a verificação das modulações bioenergéticas através de uma fotografia, a qual leva 24 horas para ser realizada visto o filme fotográfico necessitar ficar numa câmara fechada com uma amostra ou de cabelo ou unha do paciente, por cerca de 24 horas de exposição. Após este período o filme é revelado e então é possível verificar o porcentual cromático da foto. A psicobioenergia possui uma gradação cromática que varia do amarelo, laranja e violeta. Qualquer pessoa possui um traço de psicobioenergia porém numa carga normal nunca excedendo de 5% a 30%. Indivíduos normais apresentam maior quantidade de cor azul. Este método não utiliza qualquer energia secundária como eletricidade ou magnetismo para sensibilizar a película. Trata-se da sensibilização através da radiação natural do cabelo.

Segue abaixo algumas amostras de exames BEG
NORMAL

Azul = 60% a 100%
Verde = 30% a 50%
Amarelo = 05 a 30%
Laranja = 02%
Violeta = 02%

Outra forma de se verificar a presença de modulação intensificada de psicobioenergia é através de instrumentos de medição elétrica. Segue abaixo exemplo comparativo entre um indivíduo normal e um indivíduo expandido:


Outra maneira adicional e importante para se verificar as alterações no processo bioenergético no organismo é através do exame Hemoenergografia (exame HEG) baseado na microscopia de campo escuro.
Podemos notar a diferença entre um indivíduo normal e um indivíduo com baixa carga de psicobioenergia o que promove uma exacerbação do potencial bioelétrico, como segue:




Conclusão
A psicobioenergia é uma forma de energia que vivifica o organismo. Pode ser potencializada através da respiração devido à compressão de membranas iônicas como o diafragma. Influencia o complexo celular. Existe no organismo e é veiculada de acordo com o sistema a base de água, carbono e metal existentes no complexo orgânico. É diferente da eletricidade, de acordo com as seguintes evidências: a) ao ser expandida, o potencial bioelétrico decai rapidamente; b) enquanto a carga de eletricidade promove movimentos quadráticos e espasmódicos na musculatura, a psicobioenergia promove movimentos orbitais; c) a ausência de psicobioenergia eleva o índice de eletricidade no corpo devido às reações bioquímicas combinadas com a carga elétrica existente no ar.A modulação intensa promove disfunções de ordem proteômica, ocasionando problemas na replicação do DNA. Ao contrário disso, a baixa carga desta energia pode elevar sobremaneira os índices bioelétricos, ocasionando disfunções citometabólicas. Estas disfunções são denominadas Bioenergopatia. Através da regulação bioenergética é possível regularizar a potência bioenergética em índices normais e saudáveis ao organismo.
http://www.institutomedeiros.com.br/impa/publier4.0/dados/anexos/73.pdf

Os Pesquisadores Modernos da Energia Vital

Posted by Unknown Marcadores:


Os primeiros relatos científicos sobre a energia vital foram feitos por Paracelsus,  por volta de 1530, ele era pesquisador, cientista, alquimista, médico e também professor de física, medicina e cirurgia na faculdade da Basileia.
Paracelsus acreditava que existia uma energia que influenciava as pessoas por meio de uma força universal que ele chamou de munia.
Para ele os planetas, estrelas, pedras, metais, podiam exercer forças boas e ruins sobre nosso corpo, ou seja, a munia poderia curar e até matar. O conceito da munia é muito similar ao prana hindu. Paracelsus descreveu essa força como uma energia irradiante e “luminosa”, como uma aura ou similar.

Por volta de 1780 um cientista, médico, físico, biólogo e filósofo italiano chamado Luigi Aloisio Galvani descobriu o que ele chamou de energia orgânica ou eletricidade animal.
Em seu laboratório durante testes em músculos das coxas de uma rã morta, ele percebeu que ela se contraiu ao ser atingida por uma faísca elétrica.

Galvani foi um dos primeiros cientistas a estudar a bioeletricidade, padrões elétricos e sistemas nervosos.

Outro cientista de época, Franz Anton Mesmer, um médico alemão, que em 1773 deu início em suas pesquisas que resultaram na teoria do magnetismo animal, também chamada de Mesmerismo.
Anton definiu o magnetismo animal como sendo a capacidade de um indivíduo em causar efeitos similares ao magnetismo mineral em outra pessoa, um espécie de fluido vital, uma energia.

Ele acreditava ser uma força natural invisível exercida pelos animais. A força poderia ter efeitos físicos, incluindo a cura.

No tratamento ele usava imãs para curar diversas doenças. Mas em 1776, ele deixou de fazer uso do ímã como condutor do magnetismo animal, para evitar mal-entendidos por parte dos médicos e físicos. Anton passou a usar água, garrafas e jarras de ferro magnetizados no tratamento.

Existem relatos de diversas curas usando a técnica do magnetismo animal, inclusive publicamente. Anton publicou cartas sobre a cura magnética, esclarecendo em  sua tese de doutorado, e as enviou, como divulgação a alguns médicos.

Mas o magnetismo animal teve grande  rejeição pelas sociedades médicas da época. Devido às suas alegações paranormais e pseudocientíficas  foi considerado, por alguns, um charlatão, porém bastante respeitado por outros.  Ele tentou persistentemente, mas sem sucesso conseguir o reconhecimento científico de suas teorias.

Até Nikola Tesla, o grande mestre da eletrônica em 1898, publicou um artigo na reunião anual da Associação Americana de Eletroterapia nos EUA, intitulado ” Os osciladores de alta frequência para fins Eletro terapêutico e outros.

Tesla afirmava que uma das características mais notáveis observadas foi com as correntes elétricas de alta frequência,  principalmente de interesse para o médico, era a sua inocuidade aparente que tornou possível passar grandes quantidades de energia elétrica através do corpo humano sem causar dor, choque ou qualquer desconforto.
Tesla achava que a eletricidade  movia a vida, mas suas experiencias acabaram sendo voltadas  para a transmissão de energia por questões financeiras.


 Tesla afirmava que uma das características mais notáveis observadas foi com as correntes elétricas de alta frequência,  principalmente de interesse para o médico, era a sua inocuidade aparente que tornou possível passar grandes quantidades de energia elétrica através do corpo humano sem causar dor, choque ou qualquer desconforto.

Tesla achava que a eletricidade  movia a vida, mas suas experiencias acabaram sendo voltadas  para a transmissão de energia por questões financeiras.



Landell de Moura o inventor do rádio

Posted by Unknown Marcadores:

O Incrível, Misterioso e Polêmico Padre Landell de Moura

O Padre Roberto Landell de Moura – (1861-1928) – foi um homem de extraordinária aptidão para os estudos científicos. Sua mente brilhante percorria muitas áreas do conhecimento científico com muita facilidade. Certamente para ele, os vários nomes que tomam algumas atividades cientificas como a Física, a Química a Medicina, a Parapsicologia, eram meramente uma questão de nomenclatura , pois ele transitava com muita facilidade por todas essas disciplinas. Os que já o conhecem lembram-se ao menos que seu nome está ligado às Telecomunicações, como inventor do aparelho rádio, capaz de comunicar a palavra humana através do espaço sem auxilio de fios.
Pe. Landell de Moura

Conquanto alguns possam obstar incompatibilidades entre uma mente científica e religiosa, padre Landell não se sentia nem um pouco incomodado com isso. Para ele era perfeitamente admissível pensar científica e religiosamente ao mesmo tempo e isso ele o demonstrou durante toda sua vida, não vendo nenhuma incompatibilidade em ter uma mente científica e no sentir religioso. Tanto que declarava: “Quero mostrar ao mundo que a Igreja Católica não é inimiga da ciência e do progresso humano”.
E convenhamos, ele não foi o único homem de incontestável valor científico a pensar assim. Lembremo-nos de Isaac Newton, Albert Einstein, gênios capazes de descobrir leis físicas de transcendental importância e de declarar publicamente seus mais recônditos pensamentos em relação à sua fé.

Newton foi tido por alguns como um ingênuo, em alguns aspectos, mas ele foi capaz de criar o cálculo diferencial e integral, uma ferramenta matemática extraordinária, que se aplica a todos os ramos de ciência; inferiu que a força de atração da gravidade terrestre era uma força que existia em todo o universo.Deduziu a equação que descreve a força de atração gravitacional entre os corpos celestes.
Einstein elaborou sua famosa equação que identifica a massa à energia. Este conceito hoje nos é familiar, mas que custou muitas elucubrações matemáticas e raciocínio de natureza da ciência física a Einstein para dizer que energia é igual à massa multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz. ,
Digo, ao menos, pois que alguns que já conhecem o nome de Landell dele se lembram como ligado às Telecomunicações porque a história registrou com muita ênfase o nome de Marconi, ignorando muitos pioneiros nessa área, entre eles seu nome. Sabe-se que muito antes de Marconi, em 1893, padre Landell fez experiências coroadas de êxito na transmissão da palavra humana articulada através do espaço, através de seu Transmissor de Ondas e também através de seu Telefone Sem Fio. Apesar de ter sido ignorado pelas autoridades governamentais de seu tempo, e totalmente sem ajuda, conseguiu patentear seus inventos aqui no Brasil em 1901 e nos Estados Unidos no United States Patent Office, em 1904.

No entanto, ao lado de suas preocupações científicas com as soluções dos problemas de Telecomunicações, Landell tinha uma preocupação muito grande com o Homem, tanto que em 1916, fundou em Porto Alegre o ” Laboratório Antropológico Experimental”, ao lado da Igreja do Rosário, onde foi batizado e mais tarde também pároco e onde estarão seus restos mortais, a partir de 13 de julho de 2002. Com seu espírito sempre na vanguarda, chegou a muitas conclusões que nem sempre mereciam a simpatia de seus superiores religiosos. Para escapar a essa vigilância cerrada publicou muito de seus escritos com o pseudônimo de Bernardus Vallumbrosius.

Landell se ocupou de estudos de Botânica, das plantas, seu poder curativo, estudou questões de parapsicologia. Suas pregações eram muito concorridas.Suas lições de ética e da prática do amor eram avidamente esperadas. Teve encontros com D.Pedro II para conversas de interesse científico tão a gosto do imperador.Em Mogi das Cruzes em São Paulo,onde foi pároco, observou ocorrência de fenômenos paranormais na casa dos Rocha. Conduziu essas experiências, naturalmente com o espírito de um homem religioso, com sua crença católica, mas também com sua arguta mente científica, chegando a muitas conclusões interessantes, tendo naturalmente feito apontamentos de suas experiências, seguindo critérios científicos.
Isto foi em junho de 1906. Landell tirou algumas conclusões do ocorrido:

Primeira: que existe uma força desconhecida e que segundo os fenômenos que a manifesta, deve ser classificada entre as forças ditas físicas”.

Segunda: que essa força inteligente é imaterial e incorpórea”.

Terceira: e apesar de imaterial, pode agir sobre a matéria e impressiona nossos órgãos sensíveis.”

Quarta: e, por conseguinte, servindo-se de meios desconhecidos, pode afetar ou realmente se revestir de um corpo semelhante ao nosso ou servir-se de elementos capazes de produzir direta ou indiretamente todos os fenômenos da vida orgânica”.

Obviamente por causa de todas essas conclusões, o padre Landell foi visto com muita simpatia pelos espiritistas, dado a similitude com alguns fundamentos da fé espírita, embora tivesse ele a fé católica, e disso fez constantes afirmações para dIrimir quaisquer dúvidas a respeito de sua fé religiosa, mas é claro que alguns de seus superiores não o viam com bons olhos.

Conta o escritor B.Hamilton de Almeida, um de seus biógrafos, à página 50 do livro ” Landell de Moura” da coleção ” Esses Gaúchos”, que entrevistando um de seus coroinhas, Berti, que um dia padre Landell disse durante a missa: ” …- ontem, à meia noite, na Itália, estourou uma revolução de empregados querendo aumento de salário.” Todos comentaram: Como é que ele pode dizer isso? – Esse padre é mesmo louco. Dois ou três dias depois, o tempo necessário para uma noticia vir da Europa, naquela época, a notícia da revolução dos assalariados chegava ao jornal. Isto indica que provavelmente seria o padre Landell dotado de um dom de precognição, ou seria um telepata. Existe ainda um relato interessantíssimo, no livro, que inicialmente pensei ser algo que o escritor B.Hamilton teria fantasiado, tanto que o interpelei pessoalmente para tirar dúvidas:

Diz B.Hamilton de Almeida, que Berti, o coroinha, que Landell carregava uma misteriosa caixinha em seu bolso e quando ia rezar as missas ele a colocava sobre o altar, sendo que de vez em quando saia uma voz dessa pequena caixinha. Landell parava de rezar a missa e conversava com a tal caixinha. Feita a comunicação voltava a rezar a missa. Isto sugere algo inverossímel, para alguém em plena posse de suas faculdades mentais, mas em fim este foi o relato do coroinha. Muitos vêem na tal caixinha um possível aparelho de Transcomunicação, já que Landell foi o inventor do Telefone Sem Fio, que operava com luz, sendo que esses fenômenos são estudados hoje no mundo todo e inclusive aprovado seu estudo pelo próprio vaticano. O padre François Brune na França já publicou vários livros a respeito, um deles com o sugestivo título ” Os mortos nos falam….”.

Padre Landell é mesmo misterioso, e por causa de tudo isso polêmico.Seu laboratório: seu intelecto; sua inspiração: divina; sua oficina a sacristia. Não era um homem de ciência concebido como alguém dentro de um laboratório a fazer pesquisas. Cientista, filósofo, religioso. Aconselhado a abandonar a batina para dedicar-se à ciência negou-se a fazê-lo. Negou para respeitar o seu voto e a maior aspiração dos seus pais. Por essa atitude avalia-se como era sua fé e seu inflexível caráter.

Um pouco antes de sua morte ocorrida a 30 de junho de 1928 disse: ” TUDO ISSO QUE ANDA AÍ NO AR, EU TENHO GUARDADO, E LEVAREI PARA O TÚMULO”. A pergunta é… o que é que andava por aí no ar, que só ele sabia e levaria para o túmulo? A essa data o rádio já andava bem desenvolvido… Que mais ainda não sabiam, ou ainda não sabemos? – Provavelmente alguma descoberta que ele não ousaria revelar porque alguns não estariam preparados para assimilar e porque já não teria saúde suficiente para resistir aos opositores, defendendo sua tese.

LANDELL DE MOURA E SEUS ESTUDOS DE BIOENERGIA

Ignácio Landell de Moura contou que quando seu tio morreu, achou, nos seus pertences, “Uma caixa cheia de coisas e uma porção de chapas fotográficas”. Mandou ampliar as fotos e viu “coisas misteriosas”, que não soube explicar o que era. Inocente, levou todo aquele material a um padre que imediatamente o recolheu e nunca mais o devolveu, alegando que aquilo poderia “comprometer a igreja”. Talvez estas fotografias ainda estejam de posse da igreja em algum lugar, mas Ignácio fez buscas e não conseguiu obter nenhuma informação consistente, mesmo décadas após o falecimento de Padre Landell (Livro: Landell de Moura – B.Hamilton Almeida).

É possível que estas fotos fossem o que já foi chamado de fotos Kirlian, e que hoje justamente em homenagem ao padre Landell de Moura aos seus pioneiros estudos nesta área de conhecimento, este tipo de foto é chamada de foto bioeletrográfica, ou cujo estudo é chamado de Bioeletrografia. Porque essa inferência, qual seja a de concluir que embora não se tenha esta máquina de fotografar como prova, se possa concluir que ele construiu algum dispositivo com esse objetivo? Já discutiremos isso começando pelos apontamentos do caderno “A”.

Não se têm também os protótipos de seus aparelhos que foram construídos nos Estados Unidos para obtenção das patentes do Transmissor de Ondas, do Telefone Sem Fio e do Telégrafo Sem Fio, obtidas em 1904, nos EE.UU.
Em seus estudos padre Landell descobriu uma forma de energia que circunda os corpos dos seres vivos, a qual ele chamou de PERIANTO e que deixa claro que ele construiu um dispositivo, que permitiu fotografar o fenômeno.Vejamos os enunciados relativamente ao que ele chamou de PERIANTO, ( o que está em torno do homem).

Em seu caderno “A” de apontamentos está escrito:

1) Todo o corpo humano está como que envolvido de um elemento de forma vaporosa, mais ou menos densa, segundo a natureza ou estado do individuo ou ambiente em que ele se acha. Esse elemento quando adquire uma tensão capaz de vencer os obstáculos que se opõe à sua expansão, escoa do corpo humano sob a forma de descargas dirsruptivas ou silenciosas, tal qual como sucede coma a eletricidade. E os fenômenos que nestas ocasiões se dão, têm muita analogia com os elétricos estáticos e dinâmicos, com relação aos outros corpos semelhantes.

2) Pelo que cheguei à conclusão de que se trata de um fenômeno que constitui uma variedade dos fenômenos produzidos pela eletricidade ou pela causa da eletricidade, do calor, da luz, etc..

3) Em todo caso, para facilitar o estudo do elemento “R” que existe no corpo humano atribuo-o ao PERIANTO, porque como o seu nome está dizendo, ele é um efeito do elemento R, como a tensão elétrica é um efeito da eletricidade que se acumula em volta dos condutores.

4) Não posso atribuí-lo à eletricidade existente no corpo humano, porque, como veremos em outros lugares, se de um lado oferece muita analogia com a eletricidade, por outro lado apresentava-se com certas e determinadas características que me obrigaram a distingui-lo, ou dar-lhe o nome de Perianto ao efeito e à causa do elemento “R”, isto é, da vida de relação entre o psiquismo superior e o inferior.

5) O PERIANTO é por si INVISIVEL,mas por intermédio de certas luzes pode tornar-se VISÍVEL e até mesmo ser FOTOGRAFADO , se usarmos ou intercalarmos entre o corpo, cujo perianto estudamos e a luz especial, uma prancha ou papel apropriado.

6) Um pequeno animal, preferivelmente de pelo curto, posto nestas circunstâncias e dentro de um tubo apropriado, se mediante uma máquina de vácuo, ver-se-á que, quando o animal permanecer quieto, em estado de agonia, que na prancha se desenhará, sob forma vaporosa a figura do animal. Ver-se-á mais que ao expirar o mesmo, essa forma vaporosa ELEVAR-SE-Á na prancha.

7) Poder-se-á ver também diretamente quando, mediante certas luzes, se puder conseguir o fenômeno da INTERFERÊNCIA DE RAIOS. E há casos em que, quando a condensação se torna bem densa, com certas e determinadas luzes, removendo o animal, no lugar em que ele se achava, permanecerá, por instantes o seu PERIANTO, formando um DUO com ele, que, não raras vezes, em vez de se apresentar sob a forma branca vaporosa, se mostra COMPACTO e COLORIDO, com as cores naturais do animal, devido também à luz. O que prova que o PERIANTO é devido a uma vibração de um elemento mais sutil que o ar.
Bom, vemos que Landell fotografou o perianto, disso não temos dúvida, ele o declara. Quais métodos poderia ter utilizado? Não temos a tal máquina, mas sabemos que ele utilizou uma bobina de Ruhmkorff em seu Transmissor de Ondas, um gerador de alta tensão. Esse seria um possível meio que teria utilizado, pois sabemos que Semyon Kirlian (1939) também gerou um campo alternado de alta tensão, para obter sua foto e é também possível observar como efeito das altas freqüências geradas nas bobinas de Tesla. Hoje temos máquinas mais sofisticadas, utilizando tecnologia de nosso tempo, como as utilizada pelo brasileiro Newton Milhomens, o russo Konstantin Korotkov, e alemão Peter Mandell que fotografam o “Perianto” de Landell de Moura e cuja correta interpretação das fotos, de acordo com os padrões de interpretação criados por cada um destes pesquisadores, podem auxiliar no diagnóstico de algumas enfermidades e que na Rússia é aceito como meio legal pelo ministério de saúde russo.

Infelizmente não se têm todas as anotações científicas de Landell. No caderno “A” onde está a teoria suporte do “Perianto” estão faltando 16 misteriosas páginas… Quais informações nelas estariam contidas que não ficaram para testemunhar o seu conteúdo… ? Padre Landell considerava já a seu tempo o pensamento como um fenômeno energético ondulatório. O Brasil deve um tributo a Landell de Moura e espero que um dia quando for mais estudado e compreendido justiça lhe seja feita! Seu nome ainda não é lembrado como deve.

Prof.Luiz Netto
Graduado em Matemática pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Santo André.
Estudioso e divulgador da vida e obra de Landell de Moura.

Fritz Albert Popp e a Comunicação Celular por meio de fótons-Bioenergia e Bioeletrônica

Posted by Unknown Marcadores:

 “O Corpo Humano emite, se comunica e é feito de luz”
 Dr Fritz Albert Popp, biofísico e cientista alemão que se dedica há mais de vinte anos à pesquisa de radiação celular de sistemas vivos,recebeu o prêmio Max Planck, a maior comenda científica germânica e que foi nomeado ao Prêmio Nobel pelo descobrimento da luz fotônica celular ou biofotônica,afirma que as células também se intercomunicam através de luz e emissões magnéticas
.
Cada vez mais a ciência concorda com a poesia da experiência humana: nós somos mais do que os átomos e moléculas que compõem os nossos corpos, mas seres de luz também. Biofótons são emitidos pelo corpo humano, podem ser liberados por meio da intenção mental, e podem modular processos fundamentais na comunicação celular e DNA. Dado a grande complexidade da nossa condição existencial e considerando que a nossa existência terrena é parcialmente formada a partir de luz solar e exige o consumo contínuo de luz solar condensada na forma de alimentos, talvez não seja tão absurda a ideia que o nosso corpo emita luz.Na verdade, o corpo humano emite biofótons, também conhecidos como as emissões de fótons ultrafracos (UPE), com uma visibilidade 1.000 vezes menor do que a sensibilidade do nosso olho nu. Embora não seja visível para nós, essas partículas de luz (ou ondas, dependendo de como você as mede) são parte do espectro eletromagnético visível e são detectáveis através de instrumentação moderna sofisticada
.
 Os olhos físicos e mentais emitem luz-por Dr Fritz Albert Popp
 
O próprio olho, que é contínuamente exposto aos fótons poderosos que passam por vários tecidos oculares, emitem emissões espontâneas e visíveis de fótons induzidas pela luz. Existe ainda a hipótese de que a luz visível induza a bioluminescência adiada dentro do tecido ocular, fornecendo uma explicação para a origem da pós-imagem negativa.Estas emissões de luz também têm sido associadas com o metabolismo energético cerebral e estresse oxidativo no cérebro de mamíferos. A hipótese de Bókkon sugere que os fótons liberados a partir de processos químicos dentro do cérebro produzem imagens biofísicas durante a imaginação, e um estudo recente descobriu que quando os indivíduos imaginaram luz ativamente em um ambiente muito escuro sua intenção produziu aumentos significativos nas emissões de fótons ultrafracos. Trata-se de uma visão emergente de que biofótons não são unicamente subprodutos do metabolismo celular, mas sim, dependendo da intensidade o biofóton pode ser consideravelmente mais elevado no interior das células do que fora, é possível para a mente acessar este gradiente de energia para criar imagens biofísicas intrínsecas durante a percepção visual e imagens mentais.


Nossas células e DNA Utilizam biofótons para armazenar e comunicar informações

Aparentemente os biofótons são utilizados pelas células de muitos organismos vivos para se comunicar, o que facilita a energia e transferência de informação que é mais rápida do que a difusão química. De acordo com um estudo de 2010, “a comunicação entre células através de biofótons foi observada em plantas, bactérias, granulócitos neutrófilos e células renais.” Os pesquisadores foram capazes de demonstrar que “… diferente estimulação luminosa espectral (infravermelho, vermelho, amarelo, azul, verde e branco) numa das extremidades das raízes nervosas sensoriais ou motoras espinhais resultou num aumento significativo na atividade biofotônica na outra extremidade “. Os pesquisadores interpretaram sua busca para sugerir que “… a estimulação luminosa pode gerar biofótons que conduzem ao longo das fibras neurais, provavelmente como sinais de comunicação neural.”Mesmo quando descemos ao nível molecular do nosso genoma, o DNA pode ser identificado como uma fonte de emissões de biofótons. Dr Popp propõe que o DNA depende tanto de biofótons que tem propriedades tipo laser ultravioleta, que lhe permite existir em um estado estável mesmo além do limite de seu equilíbrio térmico. Técnicamente falando, um biofóton é uma partícula elementar ou quantum de luz de origem não-térmico no espectro visível e ultravioleta emitida a partir de um sistema biológico. Eles são geralmente produzidos a partir do metabolismo da energia dentro das nossas células.


A pele humana pode captar a energia e Informação da Luz do Sol 

Talvez o mais extraordinário de tudo é a possibilidade da superfície corporal conter células capazes de capturar de forma eficiente a energia e informação de radiação ultravioleta. Em um artigo anterior, exploramos o papel da melanina na conversão de luz ultravioleta em energia metabólica: A melanina é capaz de transformar a energia da luz ultravioleta em calor, num processo conhecido como “conversão interna ultrarrápida”; mais do que 99,9% da radiação UV absorvida é transformada de luz ultravioleta potencialmente tóxica (causando danos no DNA) em calor inofensivo. Se a melanina pode converter luz em calor, não poderia também transformar a radiação UV em outras formas biologicamente / metabolicamente úteis de energia? Isso pode não parecer tão absurdo quando se considera que, mesmo a radiação gama, que é altamente tóxica para a maioria das formas de vida, é uma fonte de sustento para certos tipos de fungos e bactérias.

Emissões de biofótons do corpo são regidas pelas forças solares e lunares

Parece que a ciência moderna só agora está começando a reconhecer a capacidade do corpo humano para receber e emitir energia e informações diretamente da luz emitida a partir do Sol.Há também uma crescente percepção de que o Sol e a Lua afetam as emissões de biofótons por meio de influências gravitacionais.

A Intenção enquanto força transformadora

Mesmo a própria intenção humana, pode ter uma influência sobre os biofótons.Um comentário recente publicado na revista Investigación Clinica intitulado “A evidência sobre o poder da intenção” abordou esta conexão:A intenção é definida como um pensamento dirigido para realizar uma determinada ação. Pensamentos direcionados com um objetivo podem afetar objetos inanimados e práticamente todos os seres vivos desde organismos unicelulares até seres humanos. A emissão de partículas de luz (biofótons) parece ser o mecanismo através do qual a intenção produz seus efeitos.

 Todos os organismos vivos emitem uma corrente constante de fótons como meio para dirigir os sinais instantâneos de uma parte do corpo para outra e para o mundo exterior. Os biofótons são armazenados no DNA intracelular.Quando o organismo está doente surgem alterações nas emissões de biofótons. A intenção direta manifesta-se como uma energia elétrica e magnética produzindo um fluxo ordenado de fótons. Nossas intenções parecem operar frequências altamente coerentes, capazes de alterar a estrutura molecular da matéria. Para a intenção ser eficaz, é necessário escolher o momento oportuno. De fato, os seres vivos são mutuamente sincronizados e com a terra e as suas constantes mudanças de energia magnética. Demonstrou-se que a energia do pensamento também pode alterar o ambiente.A hipnose e o efeito placebo também podem ser considerados como tipos de intenção, como instruções para o cérebro durante um determinado estado de consciência. Os casos de curas espontâneas ou de cura remota de pacientes extremamente doentes representam instâncias de uma imensa intenção de controlar as doenças que ameaçam nossas vidas. A intenção de curar, bem como as crenças da pessoa doente sobre a eficácia das influências de cura promovem sua cura. Em conclusão, os estudos sobre o pensamento e a consciência estão emergindo como aspectos fundamentais que estão levando rapidamente a uma profunda mudança nos paradigmas da Biologia e da Medicina. A ciência concorda cada vez mais: nós somos mais do que os átomos e as moléculas, mas seres que emitem, se comunicam e são formados de luz.

A Misteriosa Energia da Vida-Luz como meio de comunicação-Fonte:  Em busca da nossa energia da vida, de Manon Baukhage
Na idade média acreditava-se que o duplo etérico era uma espécie de sósia do nosso corpo físico. Ele não só controlaria os processos metabólicos, como também assimilaria a energia do sol e da terra, para o equilíbrio nas células do corpo. Nós podemos imaginar que o nosso corpo, esse organismo gigantesco, está em movimento contínuo, todo dia nosso coração bate 100.000 vezes, fazemos 25.000 respirações. A cada segundo morrem dez milhões de células que são substituídas por novas.
Este ciclo é um dos maiores milagres da natureza. Nosso corpo parece ser definido claramente e ter forma sólida. Se nós nos vemos toda manhã no espelho, acreditamos que a mesma pessoa está nos olhando. Porém, observado de um nível atômico, nós sempre somos alguém, “outro”. O nosso DNA e a maioria de nossas cerca de 100 trilhões de células estão em constante renovação. Nosso corpo produz diariamente 600 bilhões de células novas. Dessa maneira forma-se em poucos dias uma nova mucosa gastrointestinal e um pâncreas novo, a cada quatro semanas uma pele nova, e tudo que concerne à composição atômica do corpo nós trocamos completamente todos os quatro anos, expõe Dr. Ulrich Bauhofer, um dos maiores “experts” ocidentais em ayurvedica.

Porque é possível recuperar, em tempo certo, estas enormes perdas de células?
Como pode esse equilíbrio acontecer com precisão submolecular, apesar de nós nos alimentarmos irregularmente e nem sempre com todos os componentes necessários – vitaminas, enzimas ou aminoácidos – e ainda reproduzir a substância inteira de cada célula carente? Com uma espantosa precisão, nosso organismo iguala as oscilações da oferta de alimentos, seleciona cada substância e reconstrói o que necessita para a reprodução das células. Se a taxa de crescimento celular do intestino aumenta 1 % por exemplo, o ser humano morreria dentro de poucos dias de oclusão intestinal. Essa inacreditável habilidade de auto-reprodução do organismo humano e de todos os sistemas biológicos coloca as ciências à frente de um dos maiores quebra-cabeças. Quem coordena essa gigantesca empreitada chamada ser humano? …De onde vem essa energia vital, e como é possível medi-la? Um sucesso revolucionário nessa área pode ser registrado de um laboratório em Kaiserslautern, onde pesquisa o professor Fritz Albert Popp. O cientista acredita ter achado a chave para o código elementar da vida, que pode explicar a comunicação entre todas as criaturas. E essa chave é simplesmente a luz. Para a representação dessa luz de vida, Popp e seus colegas desenvolveram um tipo de amplificador de energia: “com esse aparelho eu posso deixar visível a mais minúscula energia que existe em todo ser vivo”, explica o biofísico. Essa luz de células vivas, que já foi comprovado por muitas equipes de pesquisadores no mundo inteiro, é tão fraca que sómente pode ser medida a partir de invenção de equipamentos altamente sensíveis, dos fotodetetores. E o aparelho de Popp é tão sensível que pode registrar a luz de um vagalume a uma distância de dez quilômetros. O que o pesquisador pode medir é o quantum de luz da radiação de células vivas. Popp os denomina biofóton. Em sua opinião, essa luz se origina dos genes, do DNA. E como todos os seres vivos contêm partes idênticas de DNA podem se comunicar entre si. Todo organismo emite luz, e a luz é o meio mais simples para transferir informação. Não há nada melhor, segundo o cientista Popp. Como prova, ele apresenta um teste excitante: coloca juntos dois recipientes de vidro com sangue fresco de porcos. No vidro 1 goteja um vírus e o sangue reage com a formação de anticorpos. Até aí nada de diferente, porém pode ser observado em laboratório, que no sangue do segundo vidro também começam se formar anticorpos, apesar de não ter sido introduzido nenhum vírus
Como isso é possível?

A resposta é, que foi trocada informação entre os dois recipientes e o meio de comunicação é luz! Como prova, quando se coloca uma parede que não permite a passagem de luz, a informação de formação de anticorpos não foi transmitida. Na opinião de Popp todos nós temos de revisar nossa concepção de organismos vivos: “Nós acreditamos que os biofotons servem, como laser na comunicação, para o controle de processos bioquímicos”. A favor dessa suposição do biofísico existem várias razões: a luz não irradia caoticamente, em vez disso é estável como um laser, e é coerente como na mais alta ordem de condição das ondas de luz. E, de acordo com Popp, aproximadamente 90 % dos biofótons são emitidos do DNA, responsável pela informação genética, do núcleo celular. Experimentos realizados recentemente na Alemanha, Japão, Polônia e China possibilitam a conclusão de que a variável estrutura espiral do DNA possui não sómente a habilidade de armazenamento, como também de emissão de luz.


OS BIOFÓTONS E OS ALIMENTOS 

Essas conclusões de Popp foram muito tempo controvertidas, porém, agora pode se comprovar, que células vivas produzem uma luz especial. Assim, a medição de biofotons está em condições de avaliar a qualidade integrante dos alimentos. Assim é possível mostrar que ovos caipira apresentam, embora a composição não se difira em nada, maiores valores de armazenamento de luz do que ovos de granja. Contêm portanto mais energia vital que pode ser transmitida para o ser humano que se alimenta com este ovo. A condição das células não só fica mais evidente pela intensidade da emissão de biofotons, como também por suas oscilações. Os congelados também irradiam mais fracos e inconstantes do que alimentos frescos. O mesmo vale para tomates de hidroculturas em comparação com tomates produzidos no campo. Da mesmo forma, o uso de pesticidas interfere negativamente na energia dos alimentos.

Poderíamos chamar também essa luz de aura, afirma  Popp. Tão minúsculo o biofoton pode ser, a disputa em torno da sua influência pode ter conseqüências incalculáveis. Se os biofotons realmente interferem na organização da vida, colocará em jogo o paradigma clássico das ciências. Ela parte de uma aleatória e não metaorientada interação de causa e efeito das coisas e criaturas, baseado no mundo do darwinismo, no qual todos lutam contra todos, mesmo os genes, para alcançar vantagem sobre o outro. Nesta idéia da natureza, qualquer cooperação, enquanto for possível, seria apenas uma forma de egoísmo. Ao contrário, a teoria do biofoton oferece um modelo metaorientado. A reivindicada coerência das partículas significa que eles se intercomunicam para alcançar uma significante cooperação. Se toda a matéria é estimulada e inteligente, segundo a teoria dos biofotons, então verificamos nesse momento o renascimento do antigo conceito de uma extensa energia vital. Isso baseado nas recentes pesquisas de descobertas da biofísica. E assim se coloca a milenar pergunta novamente: existe atrás de tudo este fenômeno do nosso mundo exterior uma ordem maior e espiritual? No ponto de cruzamento entre corpo e espírito, os biofotons podem ser os elos: o desempenho especial da teoria do biofoton consiste em ser uma ponte do conhecimento de luz espiritual-anímica do vivo ancorado no lado físico, como descreve o terapeuta e pesquisador suíço Marco Bischof, autor da obra “Luz em nossas células”. As idéias antigas da vitalidade aparecem literalmente numa nova luz.

Sinopse do programa REDES, veiculado pela Televisão Espanhola Internacional-Entrevista com Dr Fritz Albert Popp

A luz é uma das maiores energias que movem o mundo. E, nesse sentido, o descobrimento das emissões biofotônicas significou um passo muito importante. Os fótons têm sido denominados “a luz das células”.Não é por acaso, são luzes débeis emitidas pelos organismos vivos, por meio dos quais se comunicam entre si. Entre outras coisas, os fótons são imprescindíveis para conseguir qualquer reação química em um sistema biológico.Todos os organismos vivos, incluindo as células, se comunicam através de campos eletromagnéticos, emitindo fótons que são captados pelo resto. Dessa maneira, graças à comunicação celular, se ativam as ordens para formar os órgãos dos organismos vivos. Trata-se de uma réplica a nível microscópico da comunicação que também se dá entre as comunidades de animais.
O biofísico alemão e vice-presidente do Instituto Internacional de Biofísica, Fritz Albert Popp, que foi nomeado ao Prêmio Nobel pelo descobrimento da luz fotônica celular ou biofotônica,  nos fornecerá novos e interessantes dados sobre o mundo da bioenergia e da bioeletrônica.

Entrevista com DR FRITZ ALBERT POPP

1-No ano passado vi pela primeira vez, graças ao microscópio de dois fótons, células em movimento. Células de verdade movendo-se. E obviamente estavam se comunicando entre si. Nos anos oitenta você começou a descobrir e a afirmar que todos os organismos vivos, incluídas as células, emitem uma luz ultra-débil, os fótons, e que, graças a estas emissões, se comunicam entre si. É assim mesmo?

FRITZ ALBERT POPP: Sim. Na verdade, com apenas uns poucos fótons se produzem efeitos quânticos, não falo de efeitos clássicos. Tem a ver com uma radiação coerente. E a radiação faz com que as interferências no espaço que existe entre as células sejam maiores, mas aqui a radiação é uma radiação na qual se utilizam as interferências como uma forma de comunicação. Os fótons emitidos pelas diferentes células interferem e fazem com que as interferências sejam maiores entre as ondas que as células emitem. As amplitudes dos campos elétricos provocam, principalmente, interferências destrutivas, assim, a radiação entre os sistemas, neste caso as células, desaparece, enquanto que, por outro lado, a intensidade dentro dos sistemas é maior porque se tem que conservar a energia. Esta é a forma de comunicação entre as células. Todas as células se comunicam com padrões ondulatórios específicos. Observam-se estruturas de interferência específicas, e se as células são idênticas, se diz que têm o mesmo padrão de freqüência. Isto é como dizer, mais ou menos, que têm o mesmo padrão de interferência. E esta também é uma forma de identificação entre elas: cancelar a luz entre elas é a melhor maneira que existe para comunicar-se, porque criam algo assim como um canal, criam uma “zona de quietude” ou, dito de outro modo, criam uma zona livre de som entre elas, de modo que quando qualquer pequena perturbação surge, elas a percebem imediatamente como um sinal entre elas. O que digo não é uma especulação, é o resultado de uma experimentação que foi realizada em profundidade.

 2-Se nos comunicamos através de campos eletromagnéticos, que são os mesmos para todo mundo, como os fótons são únicos? Isto quer dizer que abrimos a possibilidade de que as árvores possam comunicar-se com os humanos, que os humanos possam comunicar-se com os animais, ou as árvores entre si?

FAP: Claro, podemos observá-lo a um nível celular. Também podemos observá-lo entre os animais. Por exemplo, entre as Dáfnias observam-se claros efeitos de luz e criação de canais dependentes da distancia, de modo que usam esta possibilidade para produzir populações. E o mesmo efeito ocorre também entre as células de um organismo, por exemplo, entre nossas células, em nosso corpo. Este tipo de comunicação é responsável pela formação dos órgãos, do fígado, do rim, etc, porque as células utilizam esta forma de comunicação também para criar estas forças que as atrairão entre si ou para dizer o que é que têm que fazer. A informação se manifesta desta maneira. Inclusive dentro de uma mesma célula… Tem-se que produzir cerca de 1.000 reações químicas por segundo em cada célula, e ainda a informação sobre o lugar e o momento exato em que estas reações químicas deverão se produzir, e isso é realizado através de uns poucos fótons, que são ligados entre si, e como são ligados podem provocar melhores interferências para transmitir uma quantidade tão grande de informação.

3-Sempre pensamos que uma doença era o resultado de uma desordem bioquímica, mas, de acordo com seu raciocínio, pode parecer que uma doença seja também, ou ao invés disso, o resultado de uma desordem eletromagnética. Uma desordem nas ondas de fótons. É assim mesmo?

FAP: Sim. Os campos e a matéria vão muito unidos em um sistema vivo. O avanço de um depende da reação do outro. Para conseguir uma reação química se necessita de um fóton. Um dos componentes desta reação química tem que ser estimulado ou excitado por ondas eletromagnéticas.Devem excitar os estados eletrônicos do sistema. Esta excitação só pode se dar mediante a absorção de um fóton. De fato, este é um acontecimento muito comum que pode ser encontrado nos livros de química. Este é o motivo pelo qual a velocidade de reação das reações químicas aumenta em função da temperatura: se aumentamos a temperatura, se consegue um aumento do número de reações químicas por segundo, porque se produzem mais fótons disponíveis. Mas a principal diferença é que em um sistema biológico não se produz radiação calorífica nessa pequena reação, mas sim biofótons. Produz-se um pequeno número de fótons, e não é necessário ter muitos deles para se conseguir um grande número de reações químicas. Por que isso ocorre?Porque enquanto se dá uma reação química, o fóton é devolvido ao campo, e nesse campo biofotônico os fótons não são termalizados, quer dizer, não desaparecem como radiação calorífica, como calor, mas sim são armazenados, para que desta forma estejam sempre disponíveis para a próxima reação. Para esse campo biofotônico, com seu baixo número de fótons, não lhe é muito difícil assumir toda a atividade que se dá em uma célula, ainda que seja muito elevada. A informação sempre fica armazenada no campo e pode ser utilizada por outras células em outra ocasião. Pode-se dizer que nos sistemas biológicos existe uma espécie de matrimônio entre o campo fotônico e a matéria bioquímica: um é necessário para entender o comportamento do outro, é impossível separar seu estudo. Caso se leve em conta só uma das partes, se cometem muitos erros.

4-O descobrimento das emissões biofotônicas nos levaria a confirmar alguns métodos convencionais de cura baseados no conceito da auto-regulação de organismos vivos, como a homeostase, por exemplo, ou inclusive a acupuntura? Existem muitas investigações que correlacionam propriedades da emissão fotônica com anomalias biológicas, ou padrões de crescimento, ou diferenciação de células no processo de morfogênese. Isto está correto?
 
FAP: Eu gostaria de concretizar que pode parecer muito simples afirmar que esses fenômenos podem ser observados apenas dizendo que existem ondas eletromagnéticas aplicadas neles. É muito difícil fazer uma idéia exata do que ocorre na acupuntura ou na homeopatia, por exemplo. Todavia, são só especulações. Como eu disse antes, é muito difícil encontrar evidências experimentais de forças elétrica em tais dimensões, porque nossos instrumentos não são o suficientemente sensíveis para detectar esses padrões de sensibilidade tão complexos e de tão baixa amplitude.
5- Passemos a outro tema muito diferente, mas que tem muito a ver com sua teoria da vida. Vou citar textualmente o Prêmio Nobel Erwin Schroedinger, quando chamou à atenção ao afirmar que estávamos equivocados ao tentar medir a qualidade da comida, por exemplo, das coisas que comemos… “Estamos nos fixando nos aspectos equivocados” disse. E você disse algo muito similar. Afirmou, por exemplo, que depois de haver investigado, pode afirmar que a comida que foi exposta a uma radiação, ou que tem muitas bactérias (em comparação com a comida normal), a emissão de fótons é mais fraca se comparada com a da comida fresca. De algum modo, nas suas palavras e na de Schroedinger, a comida poderia estar refletindo uma determinada quantidade de ordem, e se a comida reflete desordem, não está em bom estado. É isso?
FAP: Schroedinger descobriu que a qualidade da comida tem que ser medida em termos de sua capacidade organizativa, ele a chamava “megantropia da comida”: os humanos e os animais são mais ou menos “ladrões de ordem”. Nossa idéia era medir esta capacidade organizativa da comida mediante a interação de fótons, porque as plantas vivem da luz do sol. A luz do sol é uma comida natural das plantas, e também dos humanos e dos animais, no sentido de que se alimentam de plantas que têm fótons armazenados. Por exemplo, se separamos a glicose – o açúcar – em CO2 e H2O, ambos são componentes moleculares do açúcar, mas ambos contém luz do sol, armazenam luz do sol, e nosso corpo aproveita o CO2 e o H2O do açúcar, e o resto é luz do sol, que permanece em nosso corpo enquanto o CO2 e o H2O desaparecem. Portanto, também vivemos da luz e temos que encontrar como se realiza esta conexão entre a capacidade de armazenagem da comida e sua qualidade. É muito provável que a qualidade da comida seja melhor quanto maior seja sua capacidade de armazenar luz, e por isso medimos sua capacidade de armazenar luz. Isto parece muito simples explicado assim, mas é muito mais complexo.
6-Estamos nos aproximando do dia em que chegaremos a saber qual é a dieta exata que deveríamos seguir, as coisas que deveríamos comer e as que não deveríamos? Por exemplo, você diz que não é tanto uma questão de quantidade, é sim uma questão da potência do campo bioelétrico, das interações entre diferentes produtos. Estamos nos aproximando do momento no qual conheceremos a dieta ideal para cada pessoa?

  FAP: Espero que seja assim. Mas existem também muitos componentes subjetivos que não podem ser medidos com os biofótons ou com o que quer que seja. O tema da saúde é muito evidente se observarmos algumas doenças em diferentes culturas ou nações: os americanos por exemplo, levam uns 40 anos alimentando- se de conservas e comida preparada, e isso está lhes causando muitos problemas. Enquanto os chineses, que não podem permitir-se a comida preparada, simplesmente por motivos econômicos, mantêm uma saúde muito forte, inclusive quando mais velhos.
7-Tem havido uma mudança radical na percepção do universo, em direção a uma espécie de desmaterializaçã o. E, conseqüentemente, sua aproximação bioenergética está nessa linha. Você acredita que sua investigação está nos levando a uma futura teoria da vida, que seria muito diferente da concepção químico-molecular que tínhamos antes?
FAP: Os sistemas vivos, comparados com outros sistemas, se diferenciam no fato de que a interação com a matéria é muito estreita, são dependentes um do outro, ambos se influenciam entre si. E este é um aspecto completamente novo. Está muito longe da visão da vida do ponto de vista de que a interação entre as moléculas é baixa. É claro que é necessário saber que as moléculas estão envolvidas, porque podem chegar a influenciar todo o campo, mas não é suficiente. Seria como se você tratasse de descrever uma moeda só por uma de suas caras. Tem-se de olhar ambos os lados para se ter uma imagem completa.
 Fonte: RTVE



Ciência perto de comprovar que pessoas absorvem energia de outras

Posted by Unknown Marcadores:

Quem nunca sentiu uma energia densa seja em algum lugar ou na presença de alguma pessoa?!
No Mundo da Ciência, é comum ouvirmos dizer que tudo é energia, o que não seria diferente em nós e para nós.

O artigo trata de uma experiência feita em algas, e com o resultado, a doutora e terapeuta Olivia Bader Lee, sugere que o mesmo pode se aplicar aos humanos.

A equipe de pesquisa da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, fez uma interessante descoberta mostrando que as plantas podem absorver fontes de energias alternativas de outras plantas.

Essa descoberta pode causar um grande impacto no futuro da bioenergia, eventualmente fornecendo a evidência de que pessoas absorvem energias de outras, da mesma maneira.


Membros da pesquisa biológica do Professor Olaf Kruse, confirmaram pela primeira vez que uma planta, Chlamydomonas Reinhardtii, não apenas realiza a fotossíntese, mas também tem uma fonte alternativa de energia, que pode absorver de outras plantas, conforme publicado no site Nature.com.
As flores precisam de água e luz para crescerem, e as pessoas não são diferentes.

Nossos corpos físicos são como esponjas, absorvendo o ambiente a nossa volta.

“É exatamente por isso que há pessoas que se sentem desconfortáveis onde há um certo grupo com mistura de energias e emoções”, disse a psicóloga e terapeuta Dr. Olivia Bader Lee.

Plantas produzem a fotossíntese a partir do dióxido de carbono, água e luz. Em uma série de experimentos, Professor Ola Kruse e sua equipe, cultivaram a alga microscopicamente pequena, Chlamydomonas Reinhardtii, e observaram que quando expostas à falta de energia, essas plantas de células únicas podem absorver energia de vegetais ao redor.

A alga ‘digere’ as enzimas de celulose, tornando-as pequenos componentes de açúcar, sendo então transportados para células e transformados em fontes de energia.

“Essa é a primeira vez que esse comportamento é confirmado em um organismo vegetal. Essas algas poderem digerir a celulose, contradiz todos os livros anteriores. Até certo ponto, o que estamos vendo é plantas se alimentando de plantas”, diz  Professor Kruse.

Dr. Bader Lee diz que quando os estudos sobre energia se tornarem mais avançados nos próximos anos, nós poderemos ver toda essa ação sendo traduzida também para os seres humanos.

Bader Lee complementa: “O organismo humano é bastante similar à uma planta, que suga, absorve a energia necessária para alimentar seu estado emocional, e isso pode energizar as células ou causar o aumento de cortisol e catabolizar, alimentar as células dependendo da necessidade emocional.”

Finalizando, Dr. Bader fala da conexão do homem com a natureza, que se perdeu durante os anos mas que está se reencontrando novamente, afirmando que o ser humano pode absorver e curar através de outros seres humanos, animais e qualquer parte da natureza. É por isso que estar perto da natureza é frequentemente tonificante, curativo e energizante para tantas pessoas.

Ao contrário do que pensam muitos ‘cientistas’ da idade moderna, que clamam conhecer tudo, se existe o Mundo Espiritual, ele não é separado da Ciência, e sim separado da ciência reduzida do homem.

Por conta de inúmeros relatos de pessoas com capacidades ‘paranormais’ para o padrão moderno do mundo, pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, conduziram um estudo sobre o fato de pessoas que afirmam verem a aura de outras, conforme publicado no site MedicalXpress.

O fenômeno neuropsicológico ‘Synesthesia’, é uma condição na qual um padrão cognitivo leva a outro, misturando seus sentidos. Dessa maneira, as pessoas que possuem essa capacidade, podem ver ou até mesmo sentir o som, ouvir um cheiro, ou associar pessoas a um tipo de cor ou música.

Vemos que não se trata apenas de uma suposição, mas algo sendo descoberto pelos cientistas e afirmado por outros, o que há milênios se sabia nas culturas orientais, por exemplo.

Sendo assim, o nosso campo áurico pode tanto afetar quanto ser afetado não só por pessoas ao nosso redor, mas também por objetos, já que conforme afirma a Ciência, tudo é energia.

O BioField Global, fala detalhadamente sobre os nossos corpos mais sutis, do conhecimento dos antigos hindus, e do aprofundamento dos estudos da aura com o auxílio da moderna tecnologia.
http://tonocosmos.com.br/ciencia-comprova-que-pessoas-absorvem-energia-de-outras

Primeira pesquisa brasileira sobre a ontologia das interações consciência-matéria

Posted by Unknown Marcadores:

Hoje, dia primeiro de julho de 2015, inicia no Instituto de Psicologia da USP meu Pós-Doutorado experimental sobre a ontologia das interações consciência-matéria. O projeto intitulado “Uma investigação empírica do papel da Consciência na construção da Realidade” é supervisionado pelo Dr. Wellington Zangari, coordenador do INTERPSI - Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais. 
A experiência proposta é pioneira em território nacional e implementará uma colaboração multidisciplinar entre os institutos da Psicologia e da Física da USP. A seguir explico como será a experiência proposta e suas possíveis implicações.

Premissas

Consciência é ao mesmo tempo a nossa experiência mais direta e a menos compreendida. O fato é que nós [1] estamos presenciando constantemente e em primeira mão uma espécie de filme interno que é decorado por variadas sensações, pensamentos, intenções e demais conteúdos pertencentes ao espectro da experiência humana. Independente dos conteúdos, existe um palco em que tudo isso acontece. Quando falar de consciência, estarei me referindo a esse lugar/experiência/substância.

O interessante é que com todos os avanços científicos dos últimos séculos, ainda não temos modelos satisfatórios e estamos longe de explicar o que é e como a consciência funciona. Ainda estamos estagnados em uma das primeiras questões que podem ser elaboradas sobre o tema: quais são os ingredientes necessários para que esse espetáculo ocorra? Em outras palavras, a consciência é um produto da matéria ou seria algo tão fundamental quanto?

Percebemos que o atual consenso científico é materialista. Isso significa que a maioria dos cientistas partem da premissa de que a matéria é a única substância fundamental que compõe o mundo. Nessa visão, poderíamos reduzir a nossa experiência interna a reações químicas e mais fundamentalmente a interações físicas. Nessa visão, consciência é o produto emergente de uma organização complexa de neurônios chamada cérebro. Nessa visão, cérebro gera consciência. Logo, consciência seria um desenvolvimento mais recente do processo evolutivo, uma capacidade exclusiva de seres dotados de complexa estrutura cerebral.
Porém, existem algumas dificuldades em relação ao paradigma materialista. Inicialmente, ninguém ainda conseguiu explicar como que as propriedades físicas dos sistemas como posição, momentum, spin, comprimento de onda, etc, podem dar origem a algo de uma natureza completamente diferente como, por exemplo, a sensação/experiência subjetiva da cor vermelha. Argumenta-se em relação a esse ponto, que a consciência é um produto que surge de uma organização complexa e que ainda não conseguimos entender essa tradução por limitações da nossa própria inteligência.

Aprofundando, o filósofo David Chalmers nos alertou sobre o problema difícil (Hard Problem) da consciência : por que a experiência subjetiva existe? Por que a natureza se dá esse trabalho se a princípio não há uma função evolutiva?
Finalmente, existem resultados de algumas pesquisas conduzidas em laboratório que constituem anomalias em relação a visão materialista. Esse é o tema da pesquisa proposta.

Pesquisa

Embora não saibamos dizer o que exatamente é a consciência, partindo do pressuposto materialista podemos utilizar nosso conhecimento atual sobre a Física para delimitar as suas capacidades. Inicialmente, entende-se que sistemas “quentes” e complexos como o cérebro operam dentro das leis da Física Clássica (FC). Por sua vez, na FC a troca de informação entre sistemas deve ser local. Isso significa que qualquer troca de informação deve acontecer ou por contato físico, ou mediada por alguma outra entidade física. Se o cérebro é consciência e é descrito pela FC, as trocas de informação entre seres humanos devem ser mediadas apenas por ondas sonoras, eletromagnéticas e vibrações.

A boa notícia é que a validade da premissa materialista pode ser testada em laboratório. Basta desenvolver um experimento que revele uma troca de informação, ou uma interação, entre dois sistemas em um contexto cujas fontes usuais de mediação estejam impossibilitadas.
Para investigar essa questão, o pesquisador Dean Radin do Instituto de Ciências Noéticas (IONS) iniciou em 2008 uma classe de experimentos [2, 3, 4] nos quais participantes são convidados a interferir mentalmente em dispositivos de interferometria ótica.

Do ponto de vista Físico, o experimento é relativamente simples. Há um laser que passa for uma fenda dupla e forma um padrão de interferência que é captado em intervalos regulares por uma câmera CCD. O sistema é isolado de modo que vibrações e ruídos eletromagnéticos não influenciem o sinal medido. A novidade é que participantes são convidados a entrar na sala em que o experimento está acontecendo e devem agir diferentemente conforme duas situações experimentais: atenção dirigida ou relaxamento.

Na primeira situação os participantes são convidados a concentrar sua atenção no dispositivo, direcionando sua intenção de alterar o padrão de interferência por uma via subjetiva (pede-se que os participantes “percebam mentalmente” os fótons do experimento de modo a adquirir informação sobre sua trajetória, apliquem “forças mentais” de modo a influenciar seu deslocamento, ou “tornem-se um com o sistema ótico” por uma via contemplativa). Nas condições de relaxamento os participantes devem interromper qualquer tentativa de influenciar o dispositivo experimental.

Reunindo o resultado de várias sessões e de vários participantes diferentes, é possível comparar estatisticamente o padrão de interferência medido pela câmera CCD nas duas situações. O interessante é que contrariando o esperado pela visão tradicional, nos três artigos publicados [2, 3, 4] os participantes causam uma alteração estatisticamente significativa no aparato durante as situações de atenção dirigida. Igualmente interessante, existem duas categorias de participantes: meditadores e não meditadores [5] e apenas os primeiros conseguem produzir as diferenças, apontando para a possibilidade de que tais fenômenos ocorram, mas dependam de estados alterados/modificados de consciência.

Caso os resultados da pesquisa do Dr. Radin estejam corretos, seremos convidados a rever a concepção usual sobre a consciência ser equivalente a cérebro. Caso a consciência tenha a real capacidade de influenciar a matéria à distância, é possível que exista um tipo de força que os modelos atuais da física ainda desconhecem. Nesse caso, a consciência não poderia ser reduzida a constituintes materiais e as quatro interações fundamentais atualmente conhecidas. Logo, consciência passaria a ter um status tão fundamental quanto o da matéria, ao invés de produto final do desenvolvimento evolutivo conforme a visão do materialismo emergente.

Supondo a consciência como um “campo de força fundamental”, podemos a compreender, em um certo sentido, como um fenômeno compartilhado. Ao mesmo tempo, ao longo da existência humana, praticantes de diversas linhagens místicas/espirituais relataram de forma sistemática uma certa unidade intrínseca de nossa existência. Caso a hipótese do “campo de consciência” seja confirmada, é possível deslumbrar as implicações culturais de uma possível ponte entre ciência e espiritualidade, na medida em que a última estaria relacionada com a exploração subjetiva da real natureza da consciência.


Por outro lado, ao conhecer os resultados da pesquisa do Dr. Radin é necessário questionar se todos os cuidados experimentais foram tomados para isolar os efeitos medidos das fontes usuais de troca de informação e se as análises dos dados foram bem conduzidas. Assim, a proposta do projeto de Pós-Doutorado na USP consiste na replicação das pesquisas de interação consciência-matéria do Dr. Radin.

A pesquisa em questão terá a colaboração de um laboratório do instituto de Física da USP que disponibilizou os equipamentos necessários para a execução do experimento. É um momento interessante em que uma nova área de pesquisa multidisciplinar surge no contexto das grandes instituições de pesquisa brasileiras. Embora o tema seja controverso, o design experimental constitui uma maneira empírica de investigar a questão. Independente de nossas expectativas, os dados falarão por si mesmos.

Aguardem em breve, cenas dos próximos capítulos.

Para saber mais sobre a pesquisa, leia o projeto original.

Notas e referências

[1] Há quem defenda a possibilidade solipsista de que somente EU seja real e que o mundo ao redor não passa de um sonho. Embora não seja possível refutar de forma empírica essa ideia, o autor a deixará de lado no que se segue.




[5] A distinção entre as duas categorias de participantes pode ser generalizada pela correlação com uma escala de absortividade. Pontuam alto nessa escala pessoas que tenham a capacidade de focar sua atenção plenamente em uma tarefa a ponto de “se esquecerem do mundo de fora” e não estarem mais pensando na atividade que executam. Exemplos típicos são músicos, artistas, terapeutas holísticos, praticantes de artes marciais, atletas, meditadores, religiosos, entre outros.
http://gabrielguerrer.com/post/122969616987/posdocusp