Mostrando postagens com marcador Dr. Milton Moura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dr. Milton Moura. Mostrar todas as postagens

Comunicação entre o campo quântico e o estado de ser

Posted by Unknown Marcadores:

Pensamentos-ações-sentimentos. O cérebro permite o pensar-fazer-ser. Temos o neocórtex-cérebro límbico-cerebelo. Pensamento/sentimento-conhecimento/experiência-sabedoria. Já conversamos sobre isso no post: Hábitos, por que mudá-los é difícil? Nesse artigo converso sobre o processo de formação dos hábitos e condicionamentos. Memórias. Memórias emocionais. Memórias de curto prazo e longo prazo. Memórias associativas. Nossa mente/cérebro ensina, através do pensamento, emocionalmente o corpo. O pensamento é a linguagem do cérebro. O sentimento é a linguagem do corpo. Como eu penso e como eu sinto formam o ESTADO DE SER. O Estado de ser cria a realidade pessoal. Percebam, com todas essas informações, o quão importante é o mergulho no conhecimento desses intricados processos de formação daquilo que somos.

O campo quântico, onde há todas as possibilidades simultâneas, onde nasce a matéria, onde nasce a energia, onde nasce tudo… é extremamente inteligente, onipresente, sábio. Ele tem uma peculiaridade importante. Ele responde conforme o “teor” que estamos transmitindo. Transmitimos aquilo que somos. Então, ele responde conforme nosso ESTADO DE SER, ou seja, responde conforme aquilo que somos. Pensar gera um campo elétrico pelo próprio funcionamento cerebral. O cérebro gera as ondas cerebrais. O corpo pelo sentimento/emoção gera um campo magnético. Cérebro e corpo juntos geram um campo eletromagnético e transmitem essa informação ao campo quântico. O campo quântico responde conforme aquilo que estamos transmitindo. Temos uma assinatura energética. Precisamos conhecer nossa assinatura! Conhecendo essa assinatura energética podemos retomar a consciência do processo e permitir experiências capazes de influenciar todo e qualquer átomo em nossa vida. “NÓS CRIAMOS A NOSSA PRÓPRIA REALIDADE.”
 
Ficar consciente desse processo é um grande avanço para a nossa evolução. Hoje, tanto a física quântica quanto as pesquisas da neurociência, fornecem informações que permitem um novo salto de compreensão. Assim é a evolução. Lenta, gradual e com saltos. Você sabia que podemos estabelecer uma comunicação entre  o nosso Estado de Ser  e o campo quântico?  Vamos entender essa comunicacão. Tem algo na sua vida que você gostaria de mudar ou que fosse diferente? Qual a sua assinatura energética? O que você está transmitindo? Todos, eu disse todos, os potenciais já existem em possibilidade no campo quântico. O seu ESTADO DE SER atual, isso mesmo, tudo o que proporcionou a você ler este artigo hoje faz parte da sua personalidade, da sua essência, da sua consciência. Se estamos transmitindo “sofrimento”, a comunicação com o campo quântico é mais ou menos assim: — Óh campo quântico de infinita sabedoria, eu estou aqui transmitindo sofrimento pelo meu estado de ser. Por gentileza, devolve mais sofrimento! Mas devolve um sofrimento maior e surpreenda-me. Meu corpo necessita de mais e mais sofrimento. — No caso, estamos sintonizando “sofrimento” e recebendo “sofrimento”. Mas há infinitas possibilidades e o potencial de “não-sofrimento” também existe. Por que não sintonizamos com potenciais diferentes? Simplesmente porque o sofrer virou habitual, virou um vício químico pelas substâncias produzidas pelo estímulo do pensamento sobre sofrimento. Eu penso sofrimento. Eu sinto sofrimento. Meu comportamento é de sofrimento. Posso dizer: “EU SOU SOFRIMENTO. O campo quântico responde segundo aquilo que somos, nosso ESTADO DE SER. Entenderam?
E agora vocês entenderão o porquê é tão difícil mudar! Para interromper o hábito de “sofrer” é necessário tornar-se consciente de todos os pensamentos que estão gerando o sentimento de sofrer. Perceber todos os sentimentos que estão conduzindo ao pensamento o teor de sofrimento. Essa tarefa exige atenção, sinceridade e honestidade consigo mesmo. Você aprendeu a sofrer e ensinou emocionalmente o seu corpo a sofrer. As células produziram receptores específicos para receberem a informação do teor de sofrimento desencadeado pelo pensamento. Os genes receberam essa mesma informação. O seu corpo está “vibrando” sofrimento e todos os acontecimentos externos parecem reforçar o sofrimento pensado. Mais experiências surgem, mais química é produzida, mais viciados emocionalmente ficamos. Mais sofrimento é gerado. Há necessidade urgente de interromper esse ciclo em pensar/sentir o sofrimento. Nesse momento, uma ideia surge. Que tal um pensamento positivo de auto-estima? Que tal um pensamento positivo de alegria pela vida? Uma nova química será produzida, vocês concordam? Sim. Exatamente. Uma nova química será produzida para representar a nova informação. Mas tem um porém. O que vocês acham que o corpo irá dizer nesse momento: — “Ei, você aí em cima!! O que é isso aqui? Eu preparei durante vinte anos os receptores das células para servir ao seu propósito de sofrer e agora você envia algo totalmente diferente? Não, para com isso. Deixa isso para amanhã. Hoje é um excelente dia para sofrer! Você é igualzinho a sua mãe. Nasceu para o fracasso. Você é um perdedor. A culpa é da genética.”– E assim prossegue uma conversação interna. Quando damos “ouvidos” a essa “vozes” internas, retornamos imediatamente ao habitual e permanecemos com a atitude de sofrimento. Sofrer é habitual. Sofrer é familiar. Assim eu conheço quem eu sou.
Por que mudar um hábito é tão difícil? Essa pergunta é muito frequente. Um único pensamento positivo não consegue superar anos e anos de condicionamento. Há necessidade de algo mais. Há necessidade de modificarmos nosso Estado de Ser. Precisamos quebrar o hábito de sermos nós mesmos. Como fazer isso? Acreditando que o pensamento permite criarmos um futuro melhor para nós. Acreditando no poder da mente em criar e modificar a matéria. Mente criando matéria. Criar uma nova mente e recondicionar o corpo a obedecer a essa nova mente. Temos uma estrutura cerebral que permite essa mudança. Precisamos parar de disparar neurônios na mesma sequência habitual. Neurônios que disparam juntos permanecem juntos. Essa é a máxima da neurociência. Mas há uma outra: Neurônios que não mais disparam juntos não mais permanecem juntos. Se aprendemos algo, podemos desaprender esse algo. Se criamos memórias de experiências passadas, podemos “podar” essas memórias e criarmos novas conexões. A neuroplasticidade está a nosso favor nesse sentido. São infinitas as possibilidades de conexões. São 100 bilhões de neurônios onde cada neurônio é capaz de realizar 5000 (cinco mil) novas conexões. É praticamente um número infinito de novas conexões. Observem a potencialidade que temos a disposição. Por que permanecemos pensando sempre da mesma maneira? Para mudar nosso Estado de Ser precisamos nos tornar um pensamento. Matéria não modifica matéria. Energia pode modificar matéria. Tentar mudar algum aspecto interno com a mesma personalidade que a gerou é impossível. Temos que nos tornar maiores que o ambiente. Superar o tempo e o corpo. Temos que nos tornar pura consciência.

O pensamento controla o ambiente, ou o ambiente controla o pensamento?

Posted by Unknown Marcadores:

A maneira como você pensa e a maneira como você sente produz o ESTADO DE SER. O que você pensou hoje? São cerca de 60.000 a 70.000 pensamentos por dia. Uau!!! Cada pensamento é capaz de produzir uma informação. Agora, de onde nascem os pensamentos?  Ou melhor, quem ou o que está “estimulando” o surgimento de um pensamento? Por enquanto, vamos ficar com o ambiente e a luz. Você está conectado com o seu ambiente. O cérebro permite essa conexão. O cérebro tem “fome” por informação e está prepado para isso. Os sentidos (visão, audição, tato, paladar e olfato) conectam o cérebro com o ambiente. No caso da visão, a luz proveniente do ambiente estimula a retina e essa transforma esse estímulo em informação elétrica (potencial de ação) que leva essa informação ao cérebro. Está feito! Um estímulo do ambiente provoca o surgimento de um pensamento. Uma modificação interna chama a atenção para algo fora de você. Você está percebendo o mundo. Você é o sujeito da ação de perceber o mundo. A potencialidade de um pensamento concretiza-se em química no cérebro com os neurotransmissores em ação. A mente é o cérebro em ação. Para onde você direciona sua atenção é para onde vai sua energia.
Em que você está colocando sua energia? Onde você está colocando sua atenção? Em que, no ambiente externo, está a sua energia/atenção? Quais os vínculos que você está criando com 0 ambiente? Quais as identificações que você está criando com os objetos externos? Facebook? Computador? Casamento? Crianças? Animal Doméstico? Chefe? Colegas de trabalho? Contas para pagar? Televisão? Livros? Vizinhos? Governo? Para onde está indo sua atenção? Para onde está indo sua energia? Todas as vezes que você cria um vínculo com algo fora de você um pouco da sua energia é compartilhada. Igual, por analogia, quando um átomo de oxigênio liga-se a outro átomo de oxigênio compartilhando energia (elétrons) para formar a molécula de O2. Com toda a sua atenção no ambiente fora de você, há tempo para você prestar atenção dentro de você? Prestar atenção em seus pensamentos? Prestar atenção em seus sentimentos? Acredito que não. Tudo esta em programação automática. “Rodamos” essa programação feita há alguns anos. Difícil mudar essa programação? Como a nossa atenção está fora de nós, não conseguimos identificar os vínculos entre pensamentos, ações e sentimentos. Estamos sendo nós mesmos. Para mudar, para realmente mudar, precisamos nos tornar “alguem” a mais do que somos hoje. Precisamos nos tornar familiar com os aspectos não conscientes dentro de nós. Descobrir essa programação automática. Preciso explicar a vocês como fazer isso. Vamos devagar com as informações.
Como vimos no post anterior, nosso cérebro está conectado com o ambiente. Cérebro e ambiente conectados. Pensamento e ambiente conectados. O cérebro “grava” as informações do ambiente. Aqui cabe uma pergunta: O pensamento controla o ambiente ou o ambiente controla o pensamento? O ambiente, segundo os estudos da genética, é capaz de sinalizar nossos genes e, inclusive, o consideram (o ambiente) como uma das causas de doenças. Como será que ocorre esse processo de sinalização? Um ambiente adverso provoca uma alteração interna. O cérebro conectado ao ambiente através dos sentidos altera-se internamente. Uma sequência de neurônios, um padrão de disparo entre as sinapses, uma combinação específica produz uma química específica (neurotransmissores) que estimula o “segundo andar” cerebral (cérebro límbico) a liberar neuropeptídeos que, por sua vez, informam ao corpo através de centros hormonais (circulação sanguínea) e tronco cerebral (sistema nervoso autonomo). Esta feita a alteração interna. O ambiente estimulou essa alteração. É essa química produzida pelo pensamento que irá sinalizar os genes a produzirem aquilo que fazem de melhor: sintetizar proteínas. O ambiente permite surgir um pensamento, que produz uma experiência que , por sua vez, provoca uma emoção/sentimento (que possui um “teor” informacional, uma determinada energia de informação) que sinaliza nossos genes. Esses sintetizam proteínas que permitem o funcionamento da vida. Esse processo é o ambiente controlando nossos pensamentos. Essa é a lei de causa e efeito newtoniana. Algo externo a mim “causa” um “efeito” dentro de mim. Isso é tudo? Hummmmm. Isso é parte da equação, mas não é a equação completa. Vocês acreditam, em algum nível, que o seu pensamento pode “causar” um “efeito” na sua vida, fora de você?
Na mecânica newtoniana podemos afirmar que o ambiente provoca uma alteração interna. O pensamento conduz a formação de uma emoção que, por sua vez, chama a atenção para o que está acontecendo no externo. O que está acontecendo fora de mim? Esse “chamar a atenção” faz a a nossa atenção” voltar-se para o “externo”. É a clássica lei de causa e efeito. O ambiente controla o pensamento. Dessa maneira, estamos reagindo ao ambiente e não temos nenhuma chance de modificá-lo ou controlá-lo. Somos vítimas daquilo que está fora de nós. Isso acontece quando estamos identificados com o ambiente. Quando colocamos nossa energia (atenção) no externo. A rotina provoca isso. Fazer as mesma coisas todos os dias, repetidas vezes, provoca os mesmos tipos de pensamentos, as mesmas escolhas, as mesmas experiências, as mesmas emoções/sentimentos que irão sinalizar os genes a trabalharem da mesma forma. Dessa maneira está traçado o seu destino genético. A rotina faz 0 cérebro pensante dormir e o corpo (nossa mente subconsciente) assume o comando. O corpo, com seus programas automáticos, conquistados naquela sequência pensar-fazer-ser assume a maestria. Ele foi ensinado a fazer isso. Passamos a acreditar que o ambiente controla nossos pensamentos. O cérebro não muda. Todos os dias produzimos as mesmas coisas baseadas nas mesmas informações passadas. Não consigo “criar”nada novo. O ambiente não muda, meu cérebro também não muda. Houve uma identificação com o ambiente. Pensamos “dentro da caixa”. Pensamos apenas com aquilo que é conhecido. Criamos o mesmo todos os dias, perdemos a noção da habilidade inata de criatividade. Criamos reações emocionais ao ambiente. Aqui está uma compreensão importante no processo de transformação: reações emocionais. Percebam que elas estão sempre no passado. Você memoriza emoções da mesma forma que memoriza conhecimento. As vezes insistimos em trazer o passado todos os dias em nossas vidas. É o passado que não passa.
Com a nova visão quântica da realidade, podemos retomar a criatividade hibernada e voltarmos a tentar criar um futuro melhor para todos nós. Será que podemos? Será que meu cérebro permite eu pensar em algo antes desse algo acontecer e eu sentir como se já estivesse acontencendo? A neurociência afirma que é totalmente possível. O cerebro não diferencia uma experiência que já aconteceu de uma experiência que esta acabando de acontecer e de outra que ainda vai acontecer. A química produzida em qualquer uma dessas três situações é a mesma. A sequência de redes neurais disparadas em qualquer um dos processos é a mesma. Olha que conhecimento fantástico?! Nosso cérebro não diferencia realidade de imaginação. Essa compreensão é muito importante.
Isso permite sinalizar nossos genes de uma forma diferente. Criarmos uma vida diferente. Irmos além do ambiente, isto é, superarmos nosso ambiente ou de outra forma, sermos maiores que nosso ambiente. Pensar diferente, aprender algo novo, produz uma alteração na sequência de disparos neuronais, cria uma nova conexão cerebral, produz uma nova química cerebral, possibilita uma nova escolha, uma nova esxperiência e uma nova emoção/sentimento que, por sua vez, produzirá uma nova informação aos genes. Uma modificação interna é capaz de literalmente causar um efeito no externo. Com essa nova visão, você cria a sua própria realidade. Uma visão de mundo mais ampla, mais abrangente. Por que esse raciocínio é importante? A lei de causa e efeito newtoniana funciona, mas não inclui tudo em sua equação. Uma alteração dentro de mim é capaz de provocar um resultado fora de mim? Isso é possível? A neurociência afirma que isso é totalmente possível. Como acontece esse processo? As vezes é difícil mudar o ambiente externo, mas é totalmente possível mudar o que esta dentro de nós. Mudando o que está dentro de nós “causa” um “efeito” fora de nós. Temos o Lobo Frontal que torna tudo isso possível. O pensamento controla o ambiente. O pensamento sinaliza os genes. Vamos aprofundar esse processo. Estão comigo ainda? Momento para a água! Podem ir beber água refletindo sobre as informações. Retome a leitura em seguida.
Vamos adiante? Estão comigo?
A maneira como eu penso e maneira como eu sinto, repetidas vezes, produz o que chamamos de Estado de Ser. O Estado de Ser “transmite” a sua energia para o campo quântico. É a sua assinatura energética. É a maneira como estabelecemos essa comunicação. O campo quântico responde de forma inteligente “produzindo” as mesmas infomações que você está transmitindo. O campo quântico possui quantas possibilidades? Infinitas. O que estou “transmitindo”? Qual o “teor energético da minha informação ao campo quântico? Alegria? Tristeza? Sofrimento? Culpa? Gratidão? Ressentimento? Ternura? Amor? Ódio? Raiva? Admiração pela vida? Todo esse teor informacional carrega uma energia. Todas essas informações tem um correspondente químico (moléculas da emoção – ligante/receptor). A circulação dessa energia (informação) chegam as células e informam (sinalizam) os genes. Agora os genes sabem o que fazer. Perceberam a importância do pensamento? Perceberam a potencialidade que temos em nossas mãos? Perceberam que estamos cada vez mais valorizando os aspectos internos com sendo absolutamente reais e participantes da nossa realidade? Perceberam? A maneira como eu penso pode sim provocar algum efeito em minha vida. Pode, inclusive, mudar o meu corpo (produzindo proteínas saudáveis). Pode superar o ambiente por mais adverso que ele possa ser e pode também superar o tempo. Ir além do tempo.
Dr. Milton Moura